E a Vida Continua

sábado, 5 de janeiro de 2013

Mensagem


SILÊNCIO
(Madre Tereza de Calcutá)

SILÊNCIO É MISERICÓRDIA

Quando você não revela aos outros a falta de seus irmãos.
Quando você prontamente perdoa sem remexer o passado.
Quando você não julga, mas ora em seu coração.

SILÊNCIO É PACIÊNCIA

Quando você aceita sofrimentos sem reclamar, alegremente.
Quando você não procura consolações humanas.
Quando você não se torna muito excitado, mas espera,
 com paciência que a semente germine.


SILÊNCIO É HUMILDADE

Quando não há competição.
Quando você considera a outra pessoa melhor do que você.
Quando deixa seu irmão brotar, crescer e amadurecer.
Quando você, alegremente, abandona tudo no Senhor,
quando as suas ações podem ser mal interpretadas.
Quando você deixa para outros a glória da recompensa.

SILÊNCIO É FÉ.
Quando você guarda silêncio porque sabe que o Senhor agirá.
Quando você renuncia a voz do mundo para manter-se
na Presença do Senhor.
 
SILÊNCIO É MANSIDÃO

Quando você não defende a si mesmo contra ofensas.
Quando você não clama por seus direitos.
Quando você deixa Deus defendê-lo.



http://www.bemviver.org/ 

Mensagem



A EXPECTATIVA
(Alexandra Torres)
Não falo eu da expectativa sadia, mas daquela que gera inaceitação das coisas ou pessoas quando elas não acontecem como queremos ou, não são o que gostaríamos. A expectativa que gera sofrimento. 
Para basear nosso raciocínio quero começar com um texto do Albino Teixeira*:
 
"O que mais sofremos?" 
O que mais sofremos no mundo:
Não é a dificuldade. É o desânimo em superá-la.
Não é a provação. É o desespero diante do sofrimento.
Não é a doença. É o pavor em recebê-la.
Não é o parente infeliz. É a mágoa de tê-lo na equipe familiar.
Não é o fracasso. É a teimosia de não reconhecer os próprios erros.
Não é a ingratidão. É a incapacidade de amar sem egoismo.
Não é a própria pequenez. É a revolta contra a superioridade dos outros.
Não é a injúria. É o orgulho ferido.
Não é a tentação. É a volúpia de experimentar-lhe os alvitres.
Não é a velhice do corpo. É a paixão pelas aparências.
Achei esse texto fantástico quando o li e, como ele me levou a pensar, resolvi compartilhá-lo com vocês.
O problema não são as coisas que acontecem na nossa vida, nas a forma de olhá-las, de recebê-las. É a nossa capacidade de aceitação e transformação do presente. Da ressignificação do fato.
Porque pior do que o problema, a perda, a dor, é o acumulo de energia mental negativa que colocamos nele, a aflição, baseados em processos internos como medos, baixa resiliência, baixa auto estima, rigidez de conceitos, egoismo, melindres, entre outros ...
Vamos pensar juntos em item por item do texto?
"Não é a dificuldade. É o desânimo em superá-la."
É verdade. Dificuldades todos nós temos. Não tem essa de "a minha é maior do que a sua", pois o que é maior ou não é a capacidade pessoal de superá-la. Isso sim é maior ou menor em cada um de nós. Por que para algumas pessoas uma dificuldade é motivadora e em outros paralisante? Porque isso é uma reação pessoal, a partir de como as encaramos.
"Não é a provação. É o desespero diante do sofrimento".
É verdade. Dores e testemunhos todos nós, sem exceção, vamos ter e passar. O que diferencia a superação ou não disso é a postura íntima, se de vítima do destino, ou de aprendiz da vida. Quando optamos pelo primeiro caso certamente a provação será bem pior. Quando escolhemos a segunda opção usamos o momento para crescer e aprendercomo pessoas.
"Não é a doença. É o pavor em recebê-la."
A própria medicina da terra diz que em qualquer tratamento de saúde a adesão espontânea ao tratamento, o otimismo, a confiança, o bom humor pode ajudar e muito, sendo até em alguns casos, determinantes para o restabelecimento.
Para quem tem medo dela, tudo se torna mais difícil. Vamos combinar que não tem nada pior do que ficar de cama e doente, pior ainda, quando são de doenças graves como o câncer. Mas nos diz a medicina holística que quando a doença chega é um recado do nosso corpo para nós mesmos nos informando que algo está errado conosco, no nosso sentimento, no nosso emocional ou mental. Portanto, tentar entender os "recados" do corpo é um bom exercício para evitarmos as doenças.
"Não é o parente infeliz. É a mágoa de tê-lo na equipe familiar."
Ih, é verdade. Ficamos alimentando mágoas contra familiares e agregados ao invés de tentar resolver as coisas e, quando não há como solucioná-las, preferimos viver 24h com o desafeto dentro de nós do que nos libertarmos dessa amarra. Quem guarda mágoa "dorme com o desafeto toda noite".
"Não é o fracasso. É a teimosia de não reconhecer os próprios erros."
Aqui fala alto o orgulho. Quando não aceitamos a nossa participação com atitudes equívocadas nas situações de fracasso na nossa vida perdemos a oportunidade do crescimento, do acertar mais à frente. Isto porque vamos colocar a responsabilidade fora de nós e, do lado de fora nós não temos nenhum poder de mudança. Só enxergando a nós mesmos pudemos superar os fracassos e finalmente vencer, não o mundo, mas a si próprio.
"Não é a ingratidão. É a incapacidade de amar sem egoismo."
Muitas vezes alegamos que as pessoas (amigos, familiares, etc) nos abandonaram em momentos difíceis, delicados de nossa existência. Em alguns casos as pessoas não eram de fatos amigos, mas apenas aproveitadores do nosso bem estar e esses caem fora mesmo, sem dó nem piedade. Entretanto, em outros casos não paramos para pensar se não fomos nós os primeiros a "nos distanciarmos daqueles que nos queriam bem", se não fomos nós a colocar barreiras para evitar a aproximação. E ai sofremos porque ficamos cobrando uma retratação dos outros, quando muitas vezes eles apenas reagiram a nossa ação de afastamento. E vivemos mentalmente alimentando melindre, raiva por nos sentirmos "abandonados". O problema fica muito, mas muito maior do que realmente o é. Isso nada mais é do que a nossa velha e boa mania de "dar e querer receber em troca" pelo que damos.
"Não é a própria pequenez. É a revolta contra a superioridade dos outros."
Aqui entra uma coisa "trash" chamada inveja. Nos achamos incompetentes, não acreditamos em nós e terminamos nos incomodando com a superioridade do outro, com o que vemos nele, queríamos ter, mas achamos ou sabemos que não temos. Isso nos gera uma revolta interna e a pessoa passa a ser alvo da nossa inveja. Bom seria se pegássemos as qualidades que vemos no outro e buscássemos admirá-las e introduzi-las devagarinho dentro de nós, no que se chama da inveja construtiva, ao invés de viver "envenenados" com nosso próprio veneno.
"Não é a injúria. É o orgulho ferido."
Tem um ditado que diz que não existe ofensa, e sim, ofendidos. É verdade. O orgulho fala alto e não paramos para pensar que, se não somos nada do que estão dizendo de nós ou a nós, não precisamos nos alterar. Apenas devolver o presente para quem o trouxe e deixá-lo ir embora com ele. 
"Não é a tentação. É a volúpia de experimentar-lhe os alvitres."
Aqui entra aquela célebre frase: "a carne é fraca". Não. Quem é fraco é o espírito que não educado para o que verdadeiramente ele precisa ou não, se deixa levar pelo desejo de fazer o que não deveria. Por isso, a tentação nada mais é do que o clamor interno por transgredir as regras, os limites, ou seja, o desejo de fazer mesmo sabendo que é equivocado.
"Não é a velhice do corpo. É a paixão pelas aparências."
Bom aqui entra a inaceitação das pessoas por algo inerente a tudo na natureza, inclusive ao homem: o passar do tempo. Pessoas há que vivem angustiadas porque as rugas estão chegando, os cabelos prateando, o corpo se transformando. Se prendem a uma imagem do passado, da época do viço e querem perpetuar aquele rosto jovem presente na foto para sempre, através das plásticas, dos botox, das deformações faciais. Querem enganar a si mesmas dizendo que o tempo não está passando, mas não conseguem enganar ao próprio tempo. Viram espectros do que eram, vivem de passado e deixam de aproveitar e viver do presente com a sabedoria que só o tempo presente trás. Amam demais a "imagem exterior" e esquecem da beleza interna, são os "sepulcros caiados" da modernidade.
Em resumo gente: a solução para as nossas existências é diminuir ou extinguir a carga de aflição que colocamos em tudo na nossa vida, sem necessidade. Por isso, exercitar a aceitação diante das expectativas não consumadas e dos fatos que norteiam a nossa existência é uma atitude sábia que significa saúde física e emocional. 
Quem se coloca como aprendiz diante da vida vive mais feliz, está mais aberto ao novo, ao que renova e, consecutivamente, à conquista da felicidade.
Por isso desejo que você exercite a "arte da aceitação" e trate de mudar os rumos da sua vida para que ela lhe seja doce e saborosa e, menos aflitiva.
http://www.bemviver.org/leitura.complementar.htm

A Morte da Gata


As duas meninas, sete e nove anos, brincavam na calçada.
Nas proximidades, a gata rueira, impossível de ser contida nos limites da casa, como todos os felinos.
A bichana resolveu atravessar a rua.
Um automóvel aproximava-se, veloz.
Ela esgueirou-se, rápido.
Escapou por um triz, como sempre, valendo-se das “sete vidas” com que o imaginário popular brinda a agilidade dos felinos.
Certamente gastou a última, porquanto outro carro vinha em sentido contrário e a pobre foi colhida por rodas implacáveis.
Em segundos expirava, velada pelas meninas que choravam em desolação, traumatizadas com a violência presenciada, inconformadas com a perda de sua Juju.

***
– Papai, a Juju cumpriu um carma?
– Não, filhinha. Animais não têm dívidas a pagar. São conduzidos pelas forças da Natureza, sob orientação do instinto.
– Mamãe dizia que era uma criminosa, destruidora de cortinas e estofados!
– Não fazia por mal… Apenas afiava as garras, como todo felino.
– Podemos orar por ela?
– Certamente! Será como se lhe fizessem um carinho à distância.
– Quando morrermos, vamos encontrá-la?
– Talvez… As almas dos animais não costumam demorar-se no Além.
– Animal também reencarna?
– Sim. Faz parte de sua evolução.
– Gato pode reencarnar como cachorro?
– Sem dúvida, e também em outras espécies, em constante desenvolvimento, ao longo dos milênios.
– Que bom papai! A Juju poderá voltar como filha de nossa Baby!
***
Algum tempo depois, Baby, a cadelinha, despeja no mundo quatro filhotes.
As meninas encantam-se, particularmente com a menor.
– Veja, papai! Tem a mesma cor de nossa Juju e até os olhos puxadinhos. Deve ser ela!
– Pode ser, filhinha – sorriu o pai, condescendente.
Não seria caridoso contestar a animadora fantasia.
Afinal, não era impossível… Como devassar os meandros da evolução, a progressão das experiências, as espécies a que se liga o princípio espiritual, na longa jornada rumo à consciência?…
– Podemos ficar com ela?
– Se quiserem…
– Vai chamar-se Juju.
– Tudo bem.

***
Observando o entusiasmo das meninas, conjecturava o pai, com seus botões:
“Ah! Vida abençoada! Sempre a brotar, irresistível, plena de esperanças, sobrepondo-se à desolação da morte!”

Livro Para Rir e Refletir
http://www.richardsimonetti.com.br/artigos/exibir/89

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Mensagem do Dia


67 - Modo De Sentir

"Renovai-vos pelo espírito no vosso modo de sentir". - Paulo (Efésios, 4:23).
Há muitos séculos o homem raciocina, obediente a regras quase inalteradas, comparando fatores externos segundo velhos processos de observação; 
rege a vida física com grandes mudanças no setor das operações orgânicas fundamentais e maneja a palavra como quem usa os elementos indispensáveis a determinada construção de pedra terra e cal.
Nos círculos da natureza externa, em si, as modificações em qualquer
aspecto são mínimas, exceção feita ao progresso avançado nas
técnicas da ciência e da indústria.
No sentimento, porém, as alterações são profundas.
Nos povos realmente educados, ninguém se compraz com a escravidão 
dos semelhantes, ninguém joga impunemente com a vida do próximo,
e ninguém aplaude a crueldade sistemática e deliberada, quanto antigamente.
Através do coração, o ideal de humanidade vem sublimando a mente
em todos os climas do Planeta.
O lar e a escola, o templo e o hospital, as instituições de previdência
e beneficência são filhos da sensibilidade e não do cálculo.
Um trabalhador poderá demonstrar altas características de inteligência
e habilidade, mas, se não possui devoção para com o serviço, 
será sempre um aparelho consciente de repetição, tanto quanto 
o estômago é máquina de digerir, há milênios.
Só pela renovação íntima, progride a alma no rumo da vida aperfeiçoada.
Antes do Cristo, milhares de homens e mulheres morreram na cruz,
entretanto, o madeiro do Mestre converteu-se em luz inextinguível
pela qualidade de sentimento com que o crucificado se entregou ao
sacrifício, influenciando a maneira de sentir das nações e dos séculos.
Crescer em bondade e entendimento é estender a visão e santificar
os objetivos na experiência comum.
Jesus veio até nós a fim de ensinar-nos, acima de tudo, 
que o Amor é o caminho para a Vida Abundante.
Vives sitiado pela dor, pela aflição, pela sombra ou pela enfermidade?
Renova o teu modo de sentir, pelos padrões do Evangelho, e enxergarás 
o Propósito Divino da Vida, atuando em todos os lugares,
com justiça e misericórdia, sabedoria e entendimento.

Emmanuel
psicografia de Chico Xavier

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Flocos de Neve de Papel



Culinária - Taças com Confete e Cupcake

São taças de plástico preenchidas com confete chocolate e completadas com cupcakes. Ficou legal!




Alimentador de Pássaros

Vejam que ótima idéia !!!



Mensagem


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Música - Natal Todo dia


Mensagem o Dia

 Bondade também se aprende


”Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo prá você: não pense. Nunca diga estou envelhecendo ou estou ficando velha.

Eu não digo. Eu não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e  isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia. Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.
Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa.

 
Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio! Sei que tenho muitos anos.
Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não.

Você acha que eu sou? Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de  mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.
Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço com fé. Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende." 
 
CORA CORALINA