E a Vida Continua

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Passe Virtual


Passe Virtual - Clique aqui para acessar a sala.
No site http://www.institutoandreluiz.org/ temos uma novidade maravilhosa! Passe Virtual. É só clicar e se beneficiar, seguindo as orientações lá contidas. Espero que todos consigam o almejado, de acordo com suas necessidades e a vontade do Pai. Mais uma vez está comprovado a eficácia da internet, quando usada para o bem e pelo bem... Experimentem. Sei que vão gostar. Abraços!



domingo, 25 de setembro de 2011

Reflexão do Dia - Nunca Te Digas

    Nunca te digas sem tempo  para auxiliar.
    Nunca te diagas incapacitado de cooperar nas boas obras.
    Nunca te digas sem ânimo para continuar enfrentando as lutas do teu caminho.
    Nunca te digas entregue às circunstâncias, sem disposição para viver.
    Nunca te digas fracassado na convivência com os familiares de temperamento difícil.
    Nunca te digas desacreditado das pessoas, mesmo quando tenhas sofrido ingratidões.
    Nunca te digas sem amparo dos Amigos que te assistem do Mais Alto.
    Nunca te digas inflexível em tuas opiniões.
    Nunca te digas vítima da acontecimentos que, na maioria das vezes desencateaste.
    Nunca te digas sem Deus.

                          Vigiai e Orai - Irmão José
                          Médium: Carlos A. Bacelli

Pintura Mediúnica - Lívio Rocha




Programa TV Xuxa - 17-09-2011 - Rede Globo

Mais uma vez o Espiritismo adentra aos lares através de exemplos magníficos de obras mediúnicas apresentados por artistas e atores famosos. Através destes programas, temos a certeza de que muitas pessoas despertam, outras se conscientizam e mais outras transformam sua pequena certeza  sobre a imortalidade da alma, em uma grande certeza, e através deste momento, quererão compreender mais sobre a Doutrina Espírita, podendo tornar-se participantes  e estudantes ativos das atividades de uma Casa Espírita. Que benção, meu Deus, podermos participar destes momentos sublimes em que a espiritualidade tanto trabalha para despertar corações, sensibilizando-nos para sermos partícipes ativos na transformação planetária.
 É o Planeta de Regeneração sendo construído!!








sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Reflexão do Dia - Por Que Não Fez?

   

    O homem perde muito tempo sobre a Terra.
    Estaciona por longos anos à margem da estrada que lhe compete percorrer.
    Distancia-se de suas possibilidades.
    Vê passar a juventude.
    Assiste  ao declínio das forças físicas.
    Prepara-se, a vida inteira quase para o que nunca fará.
    Quando acorda do seu estado letárgico, os seus dias do corpo escasseiam.
    Não tem mais o vigor de outrora e a paisagem em torno já não é a mesma.
    Quer retroceder, correr atrás do sonho que agora observa pelo retrovisor da existência, mas não pode.
    Lamenta-se inutilmente.
    Por que não fez no exato momento em que tomou consciência da necessidade de fazer?!

Vigiai e Orai - Irmão José - Médium: Carlos A. Bacelli

Reflexão - Experiência de Quase-Morte (EQM)



Visão Espírita sobre COMA e Experiência de Quase Morte - EQM


O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal. A união da alma, do perispírito e do corpo material, constitui o homem. Separados do corpo, a alma e o perispírito constituem o ser denominado Espírito (O que é o Espiritismo - Allan Kardec)
Trazendo conceitos novos e mais aprofundados sobre o homem e tudo que o cerca, o Espiritismo revela a existência de fatos que tocam todas as áreas do conhecimento, atividades e comportamentos humanos, os quais podem e devem ser livremente estudados, analisados e praticados em todos os aspectos fundamentais da vida: científico, filosófico, religioso.

Visão Espírita sobre COMA e Experiência de Quase Morte - EQM
Quando um paciente está em estado de COMA, é uma situação parecida com a do sono, em O Livro dos Espíritos, os Espíritos Superiores nos esclarecem que durante o sono a alma se liberta parcialmente do corpo. Quando dorme, o homem se acha por algum tempo no estado em que ficará permanentemente depois que morre, mas nesse caso ainda ligado ao corpo pelos laços fluídicos ou energéticos, que pode se aplicar no caso do coma também, apenas o corpo está paralisado, o espírito se encontra parcialmente liberto ou seja o complexo Espírito e Perispírito (que é o laço de união entre o espírito e a matéria, também conhecido como corpo fluídico ou corpo espiritual) podem estar distantes do corpo físico, mas fica a ele ligado por um laço fluídico.
Muitos perguntam onde fica o espírito durante o COMA e o Espiritismo nos esclarece que sempre depende do grau evolutivo de cada um, se ele for apegado em demasia ao mundo material, ao seu corpo, aos seus bens, ele ficará jungido ao corpo, mas se for um espírito mais elevado, enquanto seu corpo é tratado, ele poderá se deslocar pelas dimensões espirituais (mundo astral) do espaço infinito, visitando lugares e espíritos afins, mas estará sempre ligado a seu corpo pelo cordão fluídico, enquanto seu corpo tiver vida orgânica.
Se familiares, amigos ou médicos conversarem com o paciente em estado de COMA, muitos terão a capacidade de ouvir e ver, sem contudo ter a capacidade de dar a resposta, mas em alguns casos quando é permitido pela Espiritualidade Superior, poderão estes espíritos comunicar-se através de um médium (pessoa que pode servir de intermediária entre os espíritos e os homens) em uma sessão mediúnica, no centro espírita e ali relatar tudo o que está sentindo neste estado de coma ou ainda comunicar-se via pensamento ou intuição com aqueles que estão ao seu redor e tem esta sensibilidade mediúnica, e transmitir assim seus recados.
A Experiência de quase morte (EQM) é mais uma oportunidade divina, é um chamamento de Deus para uma correção de rota, ou seja uma chance oferecida para alguns, de reflexão sobre suas vidas, sobre o que realizaram ou deixaram de fazer. As pessoas que passam por uma EQM, trazem na mente um novo sentido para a vida, refletem de como melhor aplicar as potencialidades divinas. Conforme as pesquisas 85% dos que passaram pela EQM, tem experiências positivas, isto é um grande aprendizado para o Espírito que a sofre, e dos familiares que vivenciam a possibilidade do desencarne (morte do corpo físico) deste familiar.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Você é Feliz?


"As pessoas não conhecem a própria felicidade, mas a dos outros não lhes escapa nunca." - PIERRE DANINOS
Todos estão à procura da felicidade. Ninguém diria em sã consciência que não deseja ser feliz. Ricos e pobres, homens e mulheres, crianças e adultos, doentes e sãos, religiosos e ateus, enfim, todos querem a tal felicidade. Daí por que todos a procuram, nos mais variados lugares e das mais diferentes formas. Mas, se a procura é grande, nem sempre o encontro ocorre.
Para muitos, a conquista da felicidade está associada à aquisição de bens materiais. Pensam, por exemplo, que serão felizes quando comprarem aquele carro importado, aquela casa na praia ou quando ganharem grande fortuna na loteria. E, por vezes, chegam até ao intento sonhado, mas, a despeito da riqueza, continuam infelizes, sentem um enorme vazio existencial. A fortuna alcançada só aumentou a carga de sofrimentos daquela pessoa, com o acréscimo das preocupações que antes não a visitavam.
Outros ancoraram o sonho da felicidade na busca da fama, do sucesso, do poder. Imaginam que só o reconhecimento público de seus talentos artísticos ou intelectuais poderá fazê-los felizes. E, de igual forma, muitas vezes vem o sucesso, vem a consagração, mas a felicidade não vem junto. Ao contrário, ficaram mais tristes. Apesar de serem publicamente conhecidos, continuam sós. Temem a aproximação das pessoas. Vivem a dualidade da fama e da solidão e dizem, com frequência, que dariam tudo para levar uma vida comum. Certa feita, ouvi de um famoso cantor que seu maior desejo era poder ir à praia como uma pessoa comum. Mas a fama não lhe permitia desfrutar desse simples prazer da vida.
Para outros a felicidade está condicionada à inexistência de problemas. Dizem eles:
"Como posso ser feliz carregando vários tormentos?"
E assim caminham pela vida aguardando o dia em que seus problemas terminem para aí sim desfrutarem a tal felicidade.
Mas existirá alguém na face da terra que não tenha problemas?
Não pensemos que uma pessoa rica esteja isenta de dificuldades. Pode não ter as preocupações com a moeda, mas certamente tem outras aflições que a riqueza não é capaz de superar. O ouro não resolve todos os problemas. Que o digam aqueles afortunados que desejariam saborear as melhores comidas do mundo, mas que por doenças tormentosas sequer podem alimentar-se de um simples prato de arroz e feijão.
Então muitas pessoas estão condicionando a felicidade à ocorrência de um fator externo. Só serão felizes quando forem ricas; quando forem famosas; quando forem amadas; quando arranjarem um bom emprego; quando não tiverem problemas; e a lista prossegue sem fim.
E nós? Será que também estamos condicionando a nossa felicidade a algum acontecimento, a algum bem material, a alguma pessoa? Será esse o caminho da felicidade? Certamente, não. A felicidade não está fora de nós. Ela é, antes de tudo, um estado de espírito, uma maneira de ver a vida e não um determinado acontecimento.
Deus, que nos quer bem e, portanto, deseja a nossa felicidade, não faria com que este sublime sentimento ficasse na dependência de algum evento futuro, incerto e externo.
Podemos alcançar a felicidade hoje, agora, a despeito dos problemas que estejamos enfrentando. Basta olhar a vida com outros olhos, mudando as lentes pelas quais enxergamos os fatos.
A vida não é um problema, é um desafio.
Ela nos apresenta oportunidades de crescimento, notadamente nos setores onde mais necessitamos. Por detrás dos problemas existem lições, desafios, tarefas. E grande ventura tomará conta de nós quando vencermos os obstáculos que a vida nos apresenta. O Sermão da Montanha é a pura prova de que somente serão bem-aventurados aqueles que souberem superar as dificuldades da vida. Se o amigo leitor ainda não está convencido, basta então olhar para as pessoas felizes e verificar que todas elas passaram por grandes provas e expiações. Lembremo-nos dos primeiros cristãos, que seguiam cantando alegres até a arena onde seriam devorados pelas feras.
Lembremo-nos da felicidade de Francisco de Assis, conquistada na humildade, na pobreza e no serviço ao próximo. O santo da humildade era moço rico, mas vivia amargurado na riqueza que possuía. Só encontrou a paz depois que renunciou à vida fácil e se entregou à riqueza do espírito. Não nos esqueçamos de que Paulo de Tarso, que na condição do poderoso Saulo era infeliz, mas voltou a viver após o célebre encontro com Jesus na Estrada de Damasco. Paulo perdeu o poder temporal, mas encontrou a felicidade pessoal. Gandhi encontrou a sua felicidade na luta pela paz. Madre Tereza e Irmã Dulce, apesar dos inúmeros padecimentos que sofreram, conseguiram encontrar a felicidade na felicidade que podiam proporcionar aos desvalidos do caminho. Albert Schweitzer, médico, encontrou a felicidade vivendo 52 anos de sua vida entre os povos primitivos da África.
Como esquecer a permanente alegria de Chico Xavier? E olha que problemas na vida não lhe faltaram. Perguntem ao médium de Uberaba se ele estaria disposto a passar por todas as provações que a vida lhe marcou. A resposta já é conhecida de todos. Chico já disse mais de mil vezes que faria tudo de novo e que pretende, no mundo espiritual, continuar a sua tarefa de médium.
Então, amigo, a felicidade não consiste em ter bens materiais, posição social ou poder político.
A felicidade não pode ser conquistada fora de nós, embora seja sempre lá que a procuramos.
Vicente de Carvalho já considerou que a felicidade existe, mas é difícil de ser alcançada, porque está sempre onde a pomos e nunca a pomos onde estamos. E nós já dispomos de tudo para sermos felizes hoje, apesar das dificuldades pelas quais atravessamos. Aliás, são os desafios que nos impulsionam ao progresso. Já pensou o que seria da sua vida sem desafios? Será que você agüentaria passar o resto de sua vida deitado numa rede? Por quanto tempo você conseguiria viver na ociosidade? Nunca vi um espírito superior ficar um minuto sem trabalho.
Encaremos a vida com os olhos do bem, com a visão do amor e com o concreto desejo de olharmos à nossa volta e verificarmos que o Pai tudo nos legou para que a nossa felicidade se efetive já. Abençoemos o trabalho em que a vida nos situou; santifiquemos a família terrena do jeito que os familiares são; enfrentemos com dinamismo e alegria os obstáculos da vida e assim, amando e servindo, haveremos de encontrar a felicidade que há muito tempo espera por nós.
Será que você vai concordar comigo?

                                                             José Carlos De Lucca
                                                       http://www.rcespiritismo.com.br/

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Espiritismo na mídia

No programa de hoje, Ana Maria Braga, fez entrevista com Zibia Gasparetto, sobre a doutrina espírita, sobre mediunidade e psicografia. Temos que enxergar nestas ocasiões, as discussões salutares em torno do Espiritismo e de todos os temas que dele decorrem. Quanto mais a mídia veicular estas reflexões, mais as pessoas poderão despertar para se permitirem a pensar no assunto. Com isso, a doutrina vai se espalhando, adentrando lares e proporcionando oportunidades de desenvolvimento de novos olhares para a vida que nos cerca; vida de cá e de lá, chegando assim à conclusão de que ... A Vida Continua !...

                                               

Aborto não realizado!




A gravidez veio na hora indesejada, lembrava-se Laura.
Veio na hora errada e ainda trazia riscos de várias ordens.
A saúde debilitada, problemas familiares, o desemprego...
Seu primeiro impulso foi o aborto. Tomou uns chás que, em vez de “resolver, a debilitaram ainda mais.
Recuperada, buscou uma dessas pessoas que arrancam, ainda no ventre, o chamado problema das mães que não desejam levar adiante a gestação.
Naquele dia, a parteira havia adoecido e faltara.
Laura voltou para casa preocupada, mil situações lhe passavam pela mente.
À noite, deitou-se e custou a adormecer, mas foi vencida pelo sono. No sonho, viu um belo jovem pedindo-lhe algo que, na manhã seguinte não soube definir.
Durante todo o dia não conseguiu tirar aquela imagem da mente, de sorte que esqueceu a gravidez.
Na noite seguinte voltou a sonhar com o mesmo jovem, só que acordou com a agradável sensação de tão doce quanto agradável “Obrigado”.
Era como se ainda visse seus lábios pronunciando palavras de agradecimento, enquanto de seu coração irradiava uma paz indefinível.
Desistiu do aborto.
Enfrentou tudo, superou todos os riscos e saiu vitoriosa...
Hoje, passados 23 anos do episódio, ouve emocionada seu belo e jovem filho pronunciar, do púlpito da solenidade de sua formatura, ante uma extasiada multidão:
... Agradeço sobretudo à minha mãe, que me alimentou o corpo e o Espírito, dando-me não só comida, mas carinho, companhia, amor e, principalmente, vida.”
E, olhando-a nos olhos, o filho pronunciou, num tom inconfundível:
Obrigado!”
Ela não teve dúvidas. Foi o mesmo Obrigado, doce e agradável, de um sonho, há 23 anos...

* * *

A mulher que nega o ventre ao filho que Deus lhe confia, nega a si mesma a oportunidade de ouvir a cantiga alegre da criança indefesa a rogar-lhe carinho e proteção.
Perde a oportunidade de dar à luz um Espírito sedento de evolução, rogando-lhe uma chance de reencarnar, para juntos superarem dificuldades e estreitarem laços de amizade e afeto.
Se você mulher, está passando pela mesma situação de Laura, mire-se no seu exemplo e permita-se ser mãe.
Permita-se sentir, daqui alguns meses, o agradecimento no olhar do pequenino que lhe roga o calor do colo e uma chance de viver.
Conceda-se a alegria de, daqui alguns anos, ornamentar o pescoço com a jóia mais valiosa da face da Terra: os bracinhos frágeis da criança, num abraço carinhoso a lhe dizer:
Obrigado mamãe, por ter me permitido nascer e crescer, e fazer parte desse Mundo negado a tantos filhos de Deus.

* * *

Pense nisso!
Todos nós voltaremos a nascer um dia...
Se continuarmos negando oportunidades de reencarnação aos Espíritos com os quais nos comprometemos antes do berço, talvez estejamos negando a nós mesmos a chance de uma mãe ou pai, no futuro.
Pensemos nisso!

Redação do Momento Espírita, com base em história publicada no Jornal Caridade, de maio/junho 1997.

Depoimento Emocionante

Este foi um depoimento valoroso da atriz Cissa Guimarães ao Fantástico de ontem. 
A emoção que nos passou ao falar do desencarne de seu filho Rafael, veio de encontro ao sentimento doloroso que todos nós, que também tivemos um ente querido partindo para o plano espiritual antes de nós experimentamos e continuamos a vivenciar. Como disse ela, temos que procurar sermos felizes mesmo em meio a essa dor, que nos acompanhará sempre, sempre. Veja o vídeo e se emocione também. 
                             

Reflexão do Dia - Desalento não!


"Seja qual for o tipo de provação que te incline ao desalento, vence o torpor da tristeza e segues para a vanguarda de tuas próprias aspirações.
Da imensidão da noite, nascerá sempre o fulgor de novo dia.
Não te permitas qualquer parada nas sombras da inércia.
Trabalha e prossegue em frente, porque a benção de Deus te espera em cada alvorecer."

Meimei

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Doce

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Reflexão do Dia - Um Vencedor

Todo mundo reconhece um vencedor.
Sua pessoa expressa auto-estima.
Suas palavras são puro compromisso.
Seus gestos são precisos.
Não tem vergonhe de suas limitações, mas, principalmente, não tem vergonha de ser competente no que faz!
Quando não sabe, pergunta.
Quando não pode, não promete.
Quando promete, cumpre.
Quando sabe, assume.
Quando assume, faz.
Mas, atenção, o segredo não é fingir ser um vencedor, mas sim, progressivamente, produzir uma energia para realizações, que emane de sua alma e chegue aos outros.
Roberto Shinyashiki

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Deus Existe

Esta resposta veio de uma criança especial... mas tenhamos certeza, de que nos depararemos com várias questões e também respostas capiciosas, vindas de crianças pequeninas ainda, pois já estamos em um mundo em transformação para Regeneração, e as Crianças, Indigos e Cristal, estão já reencarnadas em nossa Terra, para ajudá-la nesta Reforma... São espíritos missionários... 
Portanto, nos cabe, (evangelizadores educadores, pais, avós, tios, irmãos,etc) prepararmos nosso conteúdo doutrinário para estarmos a altura de auxiliarmos nossas crianças, que precisarão de nós em certo momento da vida. 

A Vida Continua

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Reflexão do Dia





“Deus não me abandona nunca! Diga essa frase todos os dias, mesmo quando tudo parece desmoronar ou quando algo que tanto batalhei não deu certo. E você não imagina a diferença que isso faz! Faz diferença para o bem! No mesmo instante, se meu dia estava cinza, enxergo de cara uma luz incrível. Sinto que meu ânimo e minha energia se renovam. A esperança redobra e a alegria (ah, a alegria) invade meu corpo e minha alma. Mas não adianta falar da boca pra fora. A frase tem que vir do coração. E, então, a positividade que nela deposito toma conta do meu dia. A saída para o problema? De cara ela surge à minha frente. Não importa a religião, fale com Deus, clame por Ele. Ele te escuta… e te ajuda!

Forum Espírita

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Reflexão do Dia- Tempo de Confiança


"[...] Ninguém exercitará otimismo, quando todas as situações se conjugam para o bem-estar. É difícil demonstrar-se amizade nos momentos felizes.
Aguardem os discípulos, naturalmente, oportunidades de luta maior, em que necessitarão aplicar mais extensa e intensivamente os ensinos do Senhor. Sem isso, seria impossível aferir valores.
Na atualidade dolorosa, inúmeros companheiros invocam a cooperação direta do Cristo. E o socorro vem sempre, porque é infinita a misericórdia celestial, mas, vencida a dificuldade, esperem a indagação:
_ Onde está a vossa fé?
E outros obstáculos sobrevirão, até que o discípulo aprenda a dominar-se, a educar-se e a vencer, serenamente, com as lições recebidas."

Emmanuel
(Caminho, Verdade e Vida - Chico Xavier - Cap. 40)


Auta de Souza

"Auta de Souza nasceu em Macaíba, pequena cidade do Rio Grande do Norte, em 12 de setembro de 1876; educou-se no colégio “São Vicente de Paula”, em Pernambuco, sob a direção de religiosas francesas; e faleceu em 7 de fevereiro de 1901, na cidade de Natal. Uma biografia simples como os seus versos e o seu coração...
Ela não conheceu os obstáculos que encheram de tormento a existência de Marcelline Desborde-Valmore. Desde muito cedo, porém, sentiu todo o horror da morte. Aos quatorze anos, quando lhe apareceram os primeiros sintomas do mal que a vitimou, não havia senão sombras em seu espírito; era já órfã de pai e mãe, tendo assistido ao espetáculo inesquecível do aniquilamento de um irmão devorado pelas chamas, numa noite de assombro.
Assim, desde a infância, o destino lhe apareceu como um enigma sem a possibilidade de outra decifração que o luto.
Salvaram-na do desespero a fé religiosa e o resignado exemplo da ignorada heroína para quem escreveu o soneto A minha Avó, publicado neste volume.
Horto é, pois, a história de uma grande dor. Formou-o a autora recordando, sentindo, penando.
Em casa, o luto sucessivo; no colégio, as litanias da Igreja; mais tarde, no campo, onde passou o melhor tempo da atormentada existência, a paisagem triste do sertão nos longos meses de seca, a compaixão pelos humildes, cuja miséria tanto a comovia, a saudade dos diversos lugares em que esteve em busca de melhoras aos padecimentos físicos...
Tudo isso concorreu muitíssimo para agravar a maravilhosa sensibilidade, de seu temperamento de mulher; e essa sensibilidade, à medida que a doença aumentava, se ia tornando mais profunda, fazendo de um ser fragílimo o intérprete de inúmeros corações desolados.
A primeira edição do Horto, publicada em 1900, esgotou-se em dois meses. O livro foi recebido com elogios pela melhor crítica do país; leram-no os intelectuais com avidez; mas a verdadeira consagração veio do povo, que se apoderou dele com devoto carinho, passando a repetir muitos de seus versos ao pé dos berços, nos lares pobres e, até, nas igrejas, sob a forma de “benditos” anônimos.
Auta, sem pensar e sem querer, reproduzira a lápis, na chaise longue onde a prostrara a doença, as emoções mais íntimas de nossa gente: encontrará no próprio sofrimento a expressão exata do sofrimento alheio.
E antes de finar-se ouviu da boca de centenas de infelizes muitos dos versos que traçara com os olhos lacrimosos, não raro para esquecer o desgosto de se sentir vencida em plena mocidade.
Não teve cultura literária vasta.
Recordando cenas da meninice, vejo-a neste momento, aos oito anos, curvada sobre as paginas da História de Carlos Magno, outrora muito popular nas fazendas do Norte, livro cheio de façanhas inverossímeis, sem medida, sem arte, escrito no pior dos estilos, - mas delicioso para quem o conheceu na infância.
Lia-o Auta no campo, os olhos ingenuamente maravilhados, para o mais ingênuo dos auditórios, composto de mulheres do povo e de velhos escravos, todos filhos d’esse formoso sertão que exerceu em seu espírito tão salutar influência.
Depois, chegou a vez das Primaveras, de Casimiro de Abreu.
Um pouco mais tarde, no colégio, não leu outra cousa que os compêndios de estudo e as obras de prêmio, de feição religiosa e sentimental.
Nesse tempo, o seu livro predileto foi um romance profundamente triste, Tebsima, episódio lendário da primeira Cruzada.
Ao sair do internato, onde aprendera bem as línguas francesa e inglesa e adquirira boas noções de música e de desenho, começou a ler alguns autores brasileiros, especialmente Gonçalves Dias e Luiz Murat.
Estes dois grandes sonhadores, porém, não tiveram ação decisiva sobre seu espírito. Não sei mesmo como ela, que detestava a feitura clássica de certos estilos, podia ler com satisfação crescente o poeta dos Tymbiras. Nunca me explicou também o motivo por que os versos tumultuosos de Luiz Murat constituíam verdadeiro encanto para a sua alma tão meiga, tão cheia de religiosa ternura.
Nos últimos anos, as horas que podia dispensar ao convívio dos autores, consagrava-as aos místicos, a Th. de Kempis, a Lamartine, a S. Theresa de Jesus. A estes, associava Marco Aurélio, cujos Pensamentos muito concorreram para aumentar a tolerância e a simpatia com que encarava os seres e as cousas.
Tal é a história da sua formação intelectual.
Pode-se, entretanto, dizer sem exagero que o sofrimento foi o seu melhor guia.
A influência das Irmãs de “São Vicente de Paula” é visível em todo o livro.
O próprio estilo, simples e claro desde as primeiras poesias, parece-me um produto do esforço das mestras que lhe corrigiram os temas escolares, com o bom senso e a medida dos franceses.
Mas, sem a dor que lhe requintou a fé, Auta certamente não teria encontrado a forma com que deu cor e relevo às visões de seu misticismo. Assim, o Horto, em vez de uma coleção didática de salmos católicos, encerra, com a tristeza de um pobre ser cruelmente ferido pelo destino, perturbado em face do mistério da vida, a queixa universal do sofrimento humano.
Nos últimos versos, nota-se a estranha serenidade espiritual a que chegou nos derradeiros dias, inspirando aos que a visitavam a mais religiosa veneração.
Via-se-lhe, então, a alma através os olhos brilhantes sem torturas, sem lágrimas.
Naquele corpo desfeito, tão leve que uma criança pudera conduzir, havia agora um coração resignado de mártir, sentindo profundamente o nada da vida, mas sem horror à morte. Realizaram-se o seu desejo:
“Não vês? Minh’alma é como a pena branca
“Que o vento amigo da poeira arranca
“E vai com ela assim, de ramo em ramo,
“Para um ninho gentil de gaturamo...
“Leva-me, ó coração, como esta pena
“De dor em dor até à paz serena.”
A tormenta se desfizera ao pé do túmulo; e do naufrágio em que se abismou esta singular existência, resta o Horto, livro de uma santa."
HENRIQUE CASTRICIANO
Paris, 4 de Agosto de 1910.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Como nos protegermos de influências negativas?

O que ensina o (FENG SHUI)
Para nos protegermos das
energias negativas

 
"Todos nós sabemos,que as energias negativas são uma das  preocupações do ser humano. Procurar fugir delas é tolice. Elas nos alcançam em qualquer lugar do planeta.

Mas podemos nos defender, começando a tomar uma série de atitudes e providências.

Abaixo, seguem seis dicas para começarmos a combatê-las.

1. NÃO TEMER NINGUÉM;

Uma das armas mais eficazes na subjugação de um ser é impingir-lhe o medo. Sentimento capaz de uma profunda perturbação interior, vindo até a provocar verdadeiros rombos na aura, deixando o indivíduo vulnerável a todos os ataques. Temer alguém significa colocar-se em posição inferior, temer significa não acreditar em si mesmo e em seus potenciais, temer significa falta de fé. O medo faz com que baixemos o nosso campo vibracional, tornando-nos assim vulneráveis às forças externas. Sentir medo de alguém é dar um atestado de que ele é mais forte e poderoso. Quanto mais você der força ao opressor, mais ele se fortalecerá.

2. NÃO SINTA CULPA;

Assim como o medo, a culpa é um dos piores estados de espírito que existem. Ela altera nosso campo vibracional, deixando nossa aura (campo de força) vulnerável ao agressor. A culpa enfraquece nosso sistema imunológico e fecha os caminhos para a prosperidade. Um dos maiores recursos utilizados pelos invejosos é fazer com que nos sintamos culpados pelas nossas conquistas. Não faça o jogo deles e saiba que o seu sucesso é merecido. Sustente as suas vitórias sempre!

3. ADOTE UMA POSTURA ATIVA;

Nem sempre adotar uma postura defensiva é o melhor negócio. Enfrente a situação. Lembre-se sempre do exemplo do cachorro: quem tem medo do animal e sai correndo, fatalmente será perseguido e mordido. Já quem mantém a calma e contorna a situação pode sair ileso. Ao invés de pensar que alguém pode influenciá-lo negativamente, por que não se adiantar e influenciá-lo beneficamente? Ou será que o mal dele é mais forte que o seu bem? Por que será que nós sempre nos colocamos numa atitude passiva de vítimas? Antes que o outro o alcance com sua maldade, atinja-o antecipadamente com muita luz e pensamentos de paz, compaixão e amor.

4. FIQUE SEMPRE DO SEU LADO;


A maior causa dos problemas de relacionamentos humanos é a "Auto-Obsessão". A influência negativa de uma pessoa sobre outra sempre existirá enquanto houver uma idéia de dominação, de desigualdade humana, enquanto um se achar mais e outro menos, enquanto nossas relações não forem pautadas pelo respeito mútuo. Mas grande parte dos problemas existe porque não nos relacionamos bem conosco mesmos. 'Auto-Obsessão' significa não se gostar, não se apoiar, se auto-boicotar, se desvalorizar, não satisfazer suas necessidades pessoais e dar força ao outro, permitindo que ele influencie sua vida, achar que os outros merecem mais do que nós. Auto-obsediar-se é não ouvir a voz da nossa alma, é dar mais valor à opinião dos outros. Os que enveredam por esse caminho acabam perdendo sua força pessoal e abrem as portas para toda sorte de pessoas dominadoras e energias de baixo nível. A força interior é nossa maior defesa.

5. SUBA PARA POSIÇÕES ELEVADAS;

As flechas não alcançam o céu. Coloque-se sempre em posições elevadas com bons pensamentos, palavras, ações e sentimentos nobres e maduros. Uma atmosfera de pensamentos e sentimentos de alto nível faz com que as energias do mal, que têm pequeno alcance, não o atinjam. Essa é a melhor forma de criar 'incompatibilidade' com as forças do mal e energias incompatíveis não se misturam.

6. FECHE-SE ÀS INFLUÊNCIAS NEGATIVAS.

As vias de acesso pelas quais as influências negativas podem entrar em nosso campo são as portas que levam à nossa alma, ou seja, a 'mente e o 'coração'. Além de manter o coração e mente sempre resguardados das energias dos maus pensamentos e sentimentos, fuja das conversas negativas, maldosas e depressivas. Evite lugares densos e de baixo nível. Quando não puder ajudar, afaste-se de pessoas que não lhe acrescentam nada e só o puxam para o lado negativo da vida. O mesmo vale para as leituras, programas de televisão, filmes , músicas e passatempos de baixo nível. "


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/mensagens-de-animo/pensamentos-de-protencao-das-esnergias-negativa/#ixzz1XBmoh0kH

Reflexão do Dia - Capacidade de Resistir


"Quantas vezes se fizerem necessárias, a nossa grande e única virtude nos áridos campos do aprimoramento íntimo é a capacidade de resistir aos apelos para a queda, jamais desistindo do ideal de libertação que acalentamos, trabalhando mesmo que cansados servindo mesmo que cansados, servindo mesmo que carentes, estudando mesmo que desmotivados, aprendendo mesmo que sem objetivos definidos.[...]"
Ermance Dufaux
Livro: Reforma Íntima Sem Martírio - Médium: Wanderley S. de Oliveira - p.20 

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Desencarnação de Um Filho


O pedido da mãe que perdeu o filho

Jávier Godinho
A morte é um ponto-e-vírgula, não um ponto final. Mesmo um belo e realista conceito como este, de Gilberto Campista Guarinos, no seu livro "Centelhas de Sabedoria", não elimina a dor da separação.
A partida definitiva do ente querido machuca tanto que fez até Jesus chorar como aconteceu quando ele, chegando a Betânia, Marta, irmã de Maria e de Lázaro, seus amigos, lhe comunicou, em pranto de desespero, que o irmão falecera.
A morte só não dói nos anestesiados.
Os conceitos sobre ela se alinham mas não resolvem, pelo menos na primeira hora:
A morte, por mais triste e desconcertante, é sempre o toque de ressurgir;
A morte é uma longa viagem;
É transformação, segundo os desígnios insondáveis de Deus, mas sempre útil ao fim que Ele se propõe;
Apenas a destruição do envoltório corporal, que a alma abandona, como o faz a borboleta com a crisálida, conservando porém seu corpo fluídico ou perispírito;
Começo de outra vida mais feliz, o prelúdio de um novo progresso:
É uma lei natural e uma transformação necessária ao pro­gresso e elevação da alma.
Ainda assim, como dói nas almas sensíveis!
Tudo isso tentamos transmi­tir, sem sucesso aparente, à mulher que nos procurou extravasando seu infortúnio:
- Há seis anos, perdi meu único filho. Fiquei tão desesperada, que também perdi meu marido. Sou católica, graças a Deus, por isso não fiz o pior comigo mesma. Na verdade, não preciso me matar, porque eu também morri para o mundo, quando meu filho morreu...
As mães são assim mesmo, no seu amor pelos filhos. É preciso compreendê-las, mesmo parecendo inútil nossa colaboração. Oferece­mos-lhe o livro "Coragem" de Francisco Cândido Xavier. Nele está escrito, por exemplo:
"Sejam quais forem as aflições e problemas que te agitem a estrada, confia em Deus, amando e construindo, perdoando e amparando sempre porque Deus, acima de todas as calamidades e de todas as lágrimas, te fará sobreviver, abençoando-te a vida e sustentando-te o coração."
Foi há um ano e não mais nos vimos. Na semana passada, contudo, encontramos na portaria do prédio onde trabalhamos uma carta sua, onde ela nos pede:
"Ali­viou-me muito uma mensagem que ganhei de um senhor de cabelos brancos, cujo nome não sei, que a distribuía, domingo, no Cemitério Jardim das Palmeiras, onde me encontrava, como de costume, chorando no túmulo do meu filho. Suas frases foram bálsamo para minha dor, por isso gostaria de reparti-la com outras pessoas na mesma situação que eu. Faça a caridade de publicá-la, para o bem de tantos sofredores atrás de remédio para suas saudades." É assim a solicitada mensagem de lógica e do consolo:
"Esta carta não quer conver­ter você a nenhuma religião. É que, ao visitar um cemitério, sei o que você procura.
É verdade, existe um vazio dentro do seu coração, deixado pela pessoa querida que foi embora. A lembrança do rosto imóvel, do caixão, do velório, do enterro, eu sei, são recorda­ções doloridas. As lágrimas que caem pelo seu rosto são as testemunhas dessa dor que parece impossível curar.
Pode ter certeza: a pessoa que você pensa que está morta na verdade está viva. Viva e sabendo o que acontece. Ela, inclusive, deve estar agora desejando que você esteja preparado, sabendo como é a vida depois da morte, para que, quando chegar a sua hora, você também seja feliz.
Sim, porque é preciso viver bem, para morrer bem. Não importa que religião você tenha.
A vida não termina com a morte, mas é transformada por ela. Eles, os nossos mortos, estão vivos. Morrer é só sair do corpo, é mudar de plano, como alguém que se transferisse de uma cidade para outra, sem que isso altere a pessoa em si.
Depois que se morre, vive-se com um novo corpo: o corpo espiritual, feito de uma espécie de energia que obedece ao comando do pensamento. Por isso, no mundo dos espíri­tos, somos o que pensamos. Quem é equilibrado aqui, será equilibrado lá.
E daqui, do mundo físico, através do pensamento, nos comunicamos com as pessoas queridas que partiram antes de nós. Todo pensamento de an­gústia, de tristeza, pode atingi-las, causando mais tristeza, mais aflição. Mas, também, tudo o que pensarmos e fizermos de bom, em nome delas, as tornará felizes.
Portanto, nessa visita ao cemitério, pense positivo. Envie pensamento de paz, de amor, de alegria, para o seu ente querido. Ajude aos outros em nome dele. Reze, de acordo com a sua religião, pedindo a Deus em favor dessa pessoa pois, pelo pensamento, ela estará recebendo as nossas energias espirituais positivas.
Por fim, viva mantendo a consciência tranqüila. Nunca prejudique a ninguém e faça aos outros o bem que puder, mesmo que lhe custe sacrifício. Porque vivendo assim você também será feliz, quando deixar o seu corpo de carne, para se encontrar com as pes­soas queridas que partiram antes de você."

Reflexão do Dia


"Que a esperança não desfaleça diante desse prognóstico (dificuldades sempre). Nossas conquistas não podem ser edificadas na calmaria. Nossas virtudes não florescerão sem os golpes da dor que dilacera arestas e poda os espinhos da imperfeição[...]."
Ermance Dufaux
Livro: Reforma Íntima Sem Martírio - Médium: Wanderley S. de Oliveira - p.20 

domingo, 4 de setembro de 2011

Reflexão do Dia


"A única postura que nos assegurará a mínima certeza de que algo estamos realizando em favor de nossa ascensão espiritual, na carne ou fora dela, é a continuidade que damos aos projetos de renovação que idealizamos. Os obstáculos serão incessantes até o fim da existência, não nos competindo nutrir expectativas com facilidades mas sim a coragem e o otimismo indispensáveis para vencer um desafio após o outro."
Ermance Dufaux
Livro: Reforma Íntima sem Martírio - Wanderley S. de Oliveira

Rogativa do Outro


Rogativa do Outro

    Sei que te feri sem querer, em meu gesto impensado.
  Pretendias apoio e falhei, quando mais necessitavas de arrimo. Aguardavas alegria e consolo, através de meus lábios, e esmaguei-te a esperança.
    Entretanto, volto a ver-te e rogo humildemente para que me perdoe.
  Ouviste a palavra correta e julgaste-me em plena luz, sem perceberes o espinheiro de sombra encravado em minh'alma. Reparaste-me o traje festivo, mas não viste as chagas de desencanto e fraqueza que ainda trago no coração.
    Às vezes, encorajo muitos daqueles que me procuram, fatigados pelo pranto, não por mérito que não tenho, e sim esparzindo os tesouros de amor dos Espíritos generosos que me sustentam, contudo, justamente na hora em que me buscaste, chorava sem lágrimas, nas últimas raias da solidão. Talvez por isso não encontrei comigo senão frieza para ofertar-te.
    Revela-me o desespero quando me pedias brandura e desculpa-me o haver-te dado reprovação, quando esperas entendimento.
    Deixa-me, porém, que eu te abrace de novo, e, então, terás em meus olhos estas breves palavras que me pararam na boca: perdoa-me a falta e tem dó de mim.
Meimei - Chico Xavier - Livro: Meditações Diárias - p.13
    


sábado, 3 de setembro de 2011

Reflexão do Dia

 

   " Uma pergunta jamais deverá deixar de ser o centro de nossas cogitações nas vivências espíritas: em que estou melhorando?
    Ter noções claras sobre as conquistas interiores, mesmo que pouco expressivas, é valoroso núcleo mental de motivação para a continuidade da empreitada da renovação. Por sua vez, não dar valor aos passos amealhados é permitir a expansão do sentimento de impotência e menosprezo aos esforços que já temos encetado.[...]"
 (Reforma Íntima - Sem Martírio, Ermance Dufaux, médium - Wanderley S. de Oliveira, 1ª ed. , p. 19)
    

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Quem é Você?



   Uma mulher agonizando teve a sensação que estava sendo levada para o céu e se apresentava diante de um tribunal.
- Quem é você? Disse uma voz.
- Sou esposa do prefeito! - respondeu ela.
- Perguntei quem é você e não com quem está casada.
- Sou mãe de quatro filhos!
- Perguntei quem é você e não quantos filhos você tem.
- Sou a professora da escola.
- Perguntei quem é você e não qual a sua profissão.
E assim sucessivamente, fosse qual fosse a resposta, parecia que nunca era satisfatória para a pergunta:
- Quem é você?
- Sou uma cristã!
- Perguntei quem é você e não sua religião.
- Sou uma pessoa que ia todos os dias à igreja e ajudava aos pobres e necessitados.
- Perguntei quem é você e não o que fazia.
Evidentemente a mulher não conseguiu passar pela prova, motivo pelo qual foi enviada novamente para a Terra.
Mas, quando se recuperou da sua doença, tomou a decisão de averiguar quem era e... tudo então foi muito diferente.


(autor desconhecido)